Informativo Amai-vos #103

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Alimento 1×3

O religioso e o pecador arrependido

Texto de referência: Lucas 18, 9 ao 14

O fariseu, era justo aos seus próprios olhos. A pessoa que pensa ser justa por causa dos seus próprios esforços, não tem consciência da própria natureza pecaminosa, da sua indignidade e da sua permanente necessidade da ajuda, misericórdia e graça de Deus. Por causa dos seus destacados atos de compaixão e da sua bondade exterior, tal pessoa acha que não precisa da graça de Deus.

Quando alguém acredita ser justo pelos seus próprios atos, comete um grave pecado, pois nega a obra que Jesus realizou na cruz, a remissão pelo sangue de Jesus e a obra regeneradora que só o Espírito Santo poderá realizar.

O publicano, por outro lado, estava profundamente consciente do seu pecado e culpa e, verdadeiramente arrependido, apresentou-se como pecador diante de Deus, suplicando perdão e misericórdia. Sendo ele, assim, a tipificação do verdadeiro filho de Deus.

Atenção: o fariseu, apesar de fazer tudo aparentemente certo, deveria ter a mesma postura, pois diante do Senhor não há um justo sequer, uma vez que todos nós carecemos da graça de Deus.

Novamente, Jesus nos desafia a perguntar de onde vem a confiança da nossa justiça: de Cristo, ou do nosso autocontrole?

É importante observar que nossas ações são importantes, e que o discípulo deve sempre caminhar tendo como alvo um modo de vida piedoso, não apenas um modo de pensar piedoso. Esse processo se chama santificação.

Mas somente essas ações piedosas não nos salvam; elas devem ser o resultado da nossa salvação. Nossa confiança nunca deve estar nas ações para nos salvarem, mas em Cristo e somente Nele. Nossas novas ações vêm como uma resposta ao amor e ao perdão imerecidos de Jesus, e não como um meio de conquistar ou manter o amor Dele.

Você está vindo a Cristo hoje orgulhoso e confiante por ter guardado a lei muito bem, ou em humildade, por não conseguir ser justo independentemente de Cristo? Sua alma está inchada pelas boas ações, ou humilhada ante o amor de Cristo, que superou as suas falhas em amar, e reconciliou você com Ele?

A palavra bem-aventurados refere-se ao estado abençoado daqueles que, por seu relacionamento com Cristo e a sua Palavra, receberam de Deus o amor, o cuidado, a salvação e sua presença diária.

Há certas condições necessárias para recebermos as bênçãos do reino de Deus. Para recebê-las, devemos viver segundo os padrões revelados por nosso Salvador nas Escrituras, e nunca pelos padrões do mundo. A primeira destas condições é sermos pobres de espírito, o que significa reconhecermos que não temos qualquer autosuficiência espiritual; que dependemos da vida do Espírito, do poder e graça divinos para podermos herdar o reino de Deus.

Quando andamos na presença de Deus de forma humilde, Deus opera através de nós.

Perguntas:

  1. Você se acha justo o suficiente para julgar alguém? (Mateus 7. 1 e 2).
  2. Você tem o hábito de observar o defeito dos outros? (Mateus 7.3 ao 5).
  3. Você se acha uma pessoa justa? (Romanos 3. 23).
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Cristãos presos por fazer culto doméstico são libertos no Irã

O tribunal absolveu nove cristão condenados por promover o cristianismo

No Irã, a prisão de cristãos por supostamente agir contra a segurança nacional é comumNo Irã, a prisão de cristãos por supostamente agir contra a segurança nacional é comum

Um tribunal de apelação libertou nove cristãos no Irã. Eles tinham sido presos por agir contra a segurança nacional e promover o cristianismo após se converterem. Apesar de o juiz declarar que não havia provas suficientes para o suposto crime, os nove seguidores de Jesus ficaram presos por quase 20 anos (somando o tempo de prisão de cada um).

Os cristãos estavam cumprindo pena por serem membros de igrejas domésticas, até que a Suprema Corte ordenou uma revisão do caso, dizendo que eles não haviam cometido nenhum crime. Os seguidores de Jesus foram soltos condicionalmente em novembro de 2021, até que a revisão do caso fosse concluída.

Em fevereiro deste ano, o tribunal de apelação mencionou argumentos apresentados pela defesa, concluindo que os nove homens tinham apenas adorado a Jesus de acordo com os ensinamentos do cristianismo, e que os cristãos são ensinados a viver em obediência, submissão e apoio às autoridades.

Essa decisão das autoridades dá esperança aos cristãos no Irã, mas a perseguição aos seguidores de Jesus ainda é uma preocupação. O país ocupa a 9ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2022, que mostra onde é mais difícil viver como cristão. Além disso, a justiça no Irã é imprevisível. 

Enquanto os nove cristãos foram totalmente exonerados pela Suprema Corte, dois deles já enfrentam novas acusações. Um terceiro cristão foi enviado de volta para a prisão em janeiro por outro juiz da Suprema Corte sob a alegação de um erro do tribunal de apelações em um caso de sete anos.

Enquanto isso, o cristão ex-muçulmano Nasser Navard Gol-Tapeh foi informado no mês passado que seu recurso para um novo julgamento foi rejeitado pela Suprema Corte. Ele cumpre uma sentença de 10 anos, por “crimes” semelhantes aos nove convertidos que foram absolvidos poucos dias antes.  

Fonte: Portas Abertas

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Observações importantes ao comparecimento ao templo durante a ainda presente pandemia de COVID21:

  • Ao entrar no templo higienize suas mãos com álcool 70%;
  • É obrigatório o uso de máscara de proteção durante todo o culto;
  • Não desloque as cadeiras dos lugares pré-estabelecidos;
  • Não abrace ou cumprimente o seu irmão com contato físico;
  • Não transite ou utilize os banheiros a não ser que seja realmente necessário;
  • Janelas e portas deverão ser mantidas abertas durante toda a celebração;
  • Não será excedido o limite máximo de ocupação de irmãos previamente estabelecido;
  • Aconselhamos aos maiores de 60 anos, menores de 12 anos e portadores de doenças crônicas a permanecerem em casa e priorizar o culto online;
  • Não haverá cantina;
  • Não haverá boletim de papel, somente na versão digital;
  • Ofertas serão entregues na saída do culto.

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Texto (Alimento 1x3) - Pr. Paulo Pereira / Revisão: Mônica Pinheiro / Pesquisa e edição: Orlando Neto

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