Boletim #210 – 21/abr/24

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O Corpo de Cristo

O Corpo de Cristo – 15

A visão espiritual que o corpo de Cristo precisa entender

A ceia do Senhor condiz com uma vida no temor de Deus (continuação)

1Co.11.28 ao 32

Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão, e beba deste cálice.

Porque o que come e bebe indignamente come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.

Por causa disso, há entre vós muitos fracos e doentes e muitos que dormem.

Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.

Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.

Estamos finalizando esse assunto, mas não poderíamos abrir mão desta parte que trata da introspecção que todos precisam fazer ao participar da ceia do Senhor.

•  Devemos seguir alguns princípios quando tomamos a ceia do Senhor, pois não podemos cear como alguém que está fazendo um lanche;  esse é o momento de maior intimidade que existe, entre um indivíduo com o seu Senhor e o corpo do qual faz parte.

• O autoexame, só pode ser feito por pessoas maduras, responsáveis e comprometidas com  Deus.

Cear indignamente é participar da mesa do Senhor com um espírito indiferente, egocêntrico e irreverente, sem qualquer intenção ou desejo de abandonar os pecados conhecidos e de aceitar o conserto da graça com todas as suas promessas e deveres. 

Quem participa  indignamente, peca terrivelmente contra o Senhor.  É culpado de crucificar de novo a Cristo, e torna-se imediatamente sujeito ao juízo e retribuição específicos.  Ser “culpado do corpo e do sangue do Senhor” significa ser considerado responsável pela sua morte.

(1Co.11.32) O propósito do julgamento e castigo pelo Senhor é para que não sejamos condenados eternamente com o mundo. Esse propósito misericordioso de Deus é válido para todos quantos se arrependem dos seus pecados e julgam a si mesmos devidamente.

 Perguntas:

1. Você sente aversão pelo pecado?

2. Você é prisioneiro de algum tipo de pecado?

3. O que é pecado para você?


Abril 2024

21 DOM
09h Escola Bíblica
19h Culto da Família

FERIADO: Tiradentes
22 SEG
20h SEPA: Seminário Pentecostal Amai-vos
23 TER
19h30 Ensaio BlessArt Master
24 QUA
20h Culto de quarta-feira
25 QUI
19h45 Ensaio do Ministério de Louvor
20h Ensaio BlessArt
26 SEX
27 SAB
28 DOM
09h Escola Bíblica
19h Culto dos Jovens
29 SEG
20h SEPA: Seminário Pentecostal Amai-vos
30 TER
19h30 Ensaio BlessArt Master

Um ano de guerra no Sudão

Apesar de todos os cidadãos serem afetados pela guerra, os cristãos são ainda mais marginalizados

Portas Abertas • 18 abr 2024

Tanto permanecer quanto fugir são decisões arriscadas para os seguidores de Jesus em meio à guerra no Sudão

No dia 15 de abril de 2023, uma grande disputa entre o exército do Sudão e o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF, da sigla em inglês) tomou a capital do Sudão, Cartum. A partir daí, um combate sangrento deu início a uma guerra civil que tem causado resultados desastrosos para a população sudanesa. 

Além da crise alimentar, um relatório recente da ONU estima que mais de 8 milhões de vítimas se tornaram deslocadas internas e refugiadas no último ano. Os combates contínuos, que criaram um crise de insegurança, tornaram impossível o deslocamento de ONGs, como agências da ONU, para prestarem o apoio necessário às pessoas deslocadas. Fikiru (pseudônimo), especialista da Portas Abertas para a África Oriental, afirma que a guerra em curso trouxe sofrimento para os cidadãos sudaneses em geral, mas especialmente para os cristãos, que são ainda mais marginalizados por causa da fé. 

Fikiru explica: “Embora todos os sudaneses sofram por causa da guerra, os cristãos enfrentam dificuldades excepcionais porque eles não recebem o mesmo apoio das comunidades. Nossos contatos relataram recentemente sobre cristãos abrigados em igrejas ou em outros locais onde não se misturam com o resto da população, porque se o fizerem, serão discriminados por serem cristãos e isso torna a sobrevivência ainda mais difícil para eles. Na distribuição de ajuda humanitária, os cristãos não recebem oportunidades iguais.” 

Consequências da guerra para a igreja no Sudão 

O conflito renovado teve um impacto imenso no corpo de Cristo no Sudão. Tratado como uma minoria indesejada durante a maior parte do governo Bashir, havia grandes esperanças de que o governo de transição do Presidente Hamdok conseguisse garantir um maior respeito pela liberdade de religião ou crença. Mas a sociedade em geral não acompanhou as mudanças legislativas, e a posição dos cristãos permaneceu precária. 

A pesquisa da Lista Mundial de Perseguição de 2024 relata que os cristãos no Sudão são especialmente vulneráveis em tempos de guerra. Isso foi confirmado pelo número considerável de igrejas fechadas ou danificadas e os muitos cristãos que enfrentaram ataques. Tudo isso somado à opressão vivida por aqueles que optaram por deixar o islamismo para seguir a Cristo.  

A hostilidade enfrentada pelos cristãos é particularmente aguda fora da capital, Cartum. No entanto, o epicentro do conflito é a capital, onde vive a maioria dos cristãos. Muitos foram obrigados a fugir, enquanto aqueles que permanecem podem ser forçados a tomar partido no conflito, colocando-os em risco ainda maior. Muitos cristãos foram atacados indiscriminadamente em áreas como Darfur, Nilo Azul e Região Montanhosa de Nuba, onde forças governamentais e grupos rebeldes estão em conflito.  

De acordo com Fikiru, os cristãos que fugiram muitas vezes ficam uma ou duas semanas até precisarem fugir novamente, pois a luta irrompe inesperadamente. “Os cristãos deslocados estão constantemente em movimento. Então, alguns deles têm de viajar a pé por horas e horas para um lugar relativamente melhor e mais seguro. Ficar no lugar onde há confrontos é perigoso e fugir também é perigoso,” relata. 

Antes da guerra no Sudão 

Em 2019, protestos de rua e um golpe militar puseram fim ao governo de quase três décadas do presidente Omar al Bashir. Foi formado um governo conjunto militar-civil que começou a implementar mudanças radicais para permitir um governo democrático. 

No entanto, em outubro de 2021, o exército das Forças de Apoio Rápido (RSF, da sigla em inglês) derrubou o governo em outro golpe de Estado. A RSF, também conhecida como Janwajeed, é um grupo de milícias criado pelo então Presidente Bashir, que se tornou famoso por cometer atrocidades em Darfur.  

Os novos combates a partir de abril de 2023 foram provocados por um desacordo sobre a forma como a RSF deveria ser integrada nas forças armadas regulares. À medida que a RSF redistribuía os seus membros por todo o país, o exército respondia com força. 

Levante um clamor pela África Subsaariana

No dia 26 de maio, mais de 14 mil igrejas brasileiras se unirão em um só clamor no Domingo da Igreja Perseguida (DIP). Inscreva agora sua igrejae mostre aos nossos irmãos na fé vítimas da violência em países da África Subsaariana, como o Sudão, que eles não estão sozinhos.  


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Texto (Alimento 1×3) – Pr. Paulo Pereira / Revisão: Mônica Pinheiro / Pesquisa e edição: Orlando Neto

Avatar de Amai-vos | Igreja em Cabo Frio

A Comunidade Amai-vos foi fundada em 02 de abril de 2002 pelos pastores Paulo e Tânia Pereira. Ela nasceu do anseio de levar ao mundo a única fonte capaz de saciar a sede da alma: Aquele que é a Água da Vida, Jesus Cristo. Somos um povo chamado para restaurar, acolher e transformar pessoas, guiados pelo amor de Cristo e pela esperança que nunca se apaga.

Sonhamos com uma comunidade onde lares sejam fortalecidos, corações encontrem descanso e cada vida reflita a luz do Evangelho. Nossa visão é formar discípulos enraizados nos princípios do Reino, onde homens se tornem sacerdotes, mães e esposas edifiquem seus lares com sabedoria, e filhos cresçam como herança bendita, modelados pela obediência e pelo amor.

Sabemos que não estamos sozinhos, pois fazemos parte de algo muito maior: o Corpo de Cristo. Cada igreja espalhada pela terra é um reflexo desse grande chamado, e nós, como Comunidade Amai-vos, temos o privilégio de ser um pedaço dessa obra divina, unidos a todos que proclamam o nome de Jesus.

Nosso chamado é viver o Reino de Deus, ser expressão do Corpo de Cristo e deixar que o Espírito Santo governe cada ume nossos passos. Cremos na paternidade espiritual que edifica, na missão de estender as mãos ao órfão, à viúva e ao necessitado, e na certeza de que a graça sempre escreve novos começos.