Autor: ministerioamaivos

O Ministério Amai-vos foi fundado em 2002 pelos pastores Paulo e Tânia Pereira, (presidente e vice-presidente, respectivamente).e que chegou a mais três cidades: São Pedro d'Aldeia (RJ), Silva Jardim (RJ) e Santo Antônio de Jesus (BA). "O menor virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte; eu, o SENHOR, ao seu tempo o farei prontamente" (Isaías 60:22)

Informativo Amai-vos #114

Agenda de Junho de 2022

  • 01/jun – Culto de quarta-feira
  • 02/jun – Ensaio Ministério de Louvor
  • 03/jun –  
  • 04/jun –  
  • 05/jun – DOMINGO: Culto Rede Homens
  • 06/jun – Aula de canto
  • 07/jun –  
  • 08/jun – Culto de quarta-feira
  • 09/jun – Ensaio Ministério de Louvor 
  • 10/jun –  
  • 11/jun – Culto Go
  • 12/jun – DOMINGO: Culto Rede Mulheres / Comemoração do dia do pastor evangélico / Cantina reservada pela Rede de Jovens
  • 13/jun – Aula de canto
  • 14/jun –  
  • 15/jun – Culto de quarta-feira
  • 16/jun – Ensaio Ministério de Louvor 
  • 17/jun –  
  • 18/jun – Aula Psicanálise
  • 19/jun – DOMINGO: Culto Missões
  • 20/jun – Aula de canto
  • 21/jun –  
  • 22/jun – Culto de quarta-feira
  • 23/jun – Ensaio Ministério de Louvor 
  • 24/jun –  
  • 25/jun – Evento Blessart Teens
  • 26/jun – DOMINGO: Culto Rede de Jovens
  • 27/jun – Aula de canto
  • 28/jun –  
  • 29/jun – Culto de quarta-feira
  • 30/jun – Ensaio Ministério de Louvor 

Para ver a agenda completa do semestre clique aqui.

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Alimento 1×3

O pecado e suas consequências

Adão e Eva também morreram no sentido moral, Deus advertia Adão que se comesse do fruto proibido, ele certamente morreria (Gn 2.17). Adão e sua esposa não morreram fisicamente, mas moralmente, naquele dia, pois a sua natureza tornou-se pecaminosa.

E a partir de Adão e Eva, todos nasceram com uma natureza pecaminosa (Rm 8.5-8), uma tendência inata de seguir o seu próprio caminho egoísta, alheio a Deus e ao próximo (Gn 3.6; Rm 3.10-18 nota; Ef 2.3; Cl 2.13).

Quando Adão e Eva pecaram, sua morte moral e espiritual ocorreu imediatamente (Gen. 2.17), ao passo que a morte física veio posteriormente (Gen. 5.5).

Deus havia dito: No dia em que dela comeres, certamente morrerás (Gen, 2.17). Por conseguinte, a morte espiritual e moral ocorreu imediatamente quando pecaram (Jo 17.3).

A morte moral consistiu na morte da vida de Deus dentro deles, quando a sua natureza tornou-se pecaminosa; a morte espiritual destruiu a comunhão que antes eles tinham com Deus. Depois do pecado de Adão e Eva, toda pessoa, ao nascer, entra neste mundo com uma natureza pecaminosa (Rm 5.12; 1 Jo 1.8; Ec 7.20).

Essa corrupção da natureza humana abrange o desejo inato da pessoa seguir o seu próprio caminho egoísta, ignorando a Deus e ao próximo, e isso é transmitido a todos os seres humanos (Rm 3.10-18; Ef 2.3).

Atentemos, ainda, para o fato de que as Escrituras não ensinam em nenhum lugar que todos pecaram quando Adão pecou, nem que a culpa do seu pecado foi imputada a toda a raça humana (Rm 5.12). A Bíblia ensina, sim, que Adão deu origem à lei do pecado e da morte sobre a totalidade da raça humana (Gen. 5.12; Gen 8.2; 1 Co 15.21,22).

Armas para vencer as tentações:

Jesus jejuou por 40 dias, e depois teve fome, e a seguir foi tentado por Satanás a comer. Isto pode indicar que Cristo absteve-se de alimento, mas não de água. Abster-se de água por 40 dias requer um milagre. Uma vez que Cristo teve que enfrentar a tentação, como representante do homem, ele não poderia empregar nenhum outro meio para vencê-la, além de ser um homem cheio do Espírito Santo.
E o que fazer para ser cheio? Uma vida dedicada à oração, ao jejum e a andar no temor do Senhor.

Perguntas:

  1. Você deseja ser cheio do Espírito Santo?
  2. Como está a sua vida espiritual?
  3. O que você tem feito para investir na sua vida espiritual?

Obs.: Investir na vida espiritual, trará resultados na vida financeira, emocional e familiar. O que você está esperando?

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O impacto da jihad em Burkina Faso

Pastor e família são agredidos por plantar igreja em Bangladesh

O pastor Fazor Ali doou parte de seu terreno para construir a igreja

Parceiros da Portas Abertas visitaram as vítimas no hospital e enviaram ajuda financeira para a famíliaParceiros da Portas Abertas visitaram as vítimas no hospital e enviaram ajuda financeira para a família

Cristãos de origem muçulmana vivem sob ameaça de perseguição e correm riscos todos os dias em Bangladesh. O pastor Fazor Ali é um deles. Ele já tinha sido atacado em abril deste ano. A polícia tentou prender os agressores, mas não teve sucesso. Recentemente, ele e a família enfrentaram as consequências da intolerância religiosa do mesmo grupo. Conhecido na região onde vive por compartilhar o evangelho, o pastor Fazor doou uma porção da própria terra para a construção de uma igreja na vila onde morava. Vizinhos muçulmanos tinham interesse nesse terreno e ficaram furiosos quando descobriram que ele seria usado para construir uma igreja cristã. Por isso, na manhã de 3 de junho, enquanto a família do pastor ainda dormia, os vizinhos tomaram o terreno e começaram a construir uma cerca em torno dele. 

“Estamos vigiando vocês” 

Não demorou muito para Fazor e sua família entenderem o que estava acontecendo e tentarem impedir. Um grupo de 40 homens, muitos não eram da vila, ficou com raiva e começou a agredir o pastor e sua família. Eram criminosos procurados, alguns acusados de assassinato, e não tinham medo de matar. 

Em consequência do ataque, quatro membros da família do pastor Fazor tiveram ferimentos graves e foram levados às pressas para o hospital. Os infratores ameaçaram as vítimas, manipulando-as para não denunciarem o incidente à polícia. “Estamos vigiando vocês. Se vocês nos denunciarem, nós saberemos”, disse um dos criminosos. Eles começaram a espiar a família, garantindo que não chegasse perto da delegacia. 

Outras sete famílias cristãs de origem muçulmana que moram com o pastor Fazor foram ameaçadas pelo mesmo grupo. Elas estão com medo de um novo ataque. 

Parceiros da Portas Abertas em Bangladesh estão orando pela família e pelos feridos. Um deles relatou: “Nós enviamos apoio financeiro para o tratamento das vítimas e nossos parceiros no campo as visitaram no hospital”. 

Fonte: Portas Abertas

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Observações importantes ao comparecimento ao templo durante a ainda presente pandemia de COVID19:

  • Ao entrar no templo higienize suas mãos com álcool 70%;
  • Não desloque as cadeiras dos lugares pré-estabelecidos;
  • Não será excedido o limite máximo de ocupação de irmãos previamente estabelecido;
  • Aconselhamos aos maiores de 60 anos, menores de 12 anos e portadores de doenças crônicas a permanecerem em casa e priorizar o culto online;
  • Não haverá cantina;
  • Não haverá boletim de papel, somente na versão digital;
  • Ofertas serão entregues na saída do culto.

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Para baixar o Programa de Qualidade de Vida deste domingo ou dos domingos passados, clique aqui.

Texto (Alimento 1x3) - Pr. Paulo Pereira / Revisão: Mônica Pinheiro / Pesquisa e edição: Orlando Neto

Informativo Amai-vos #113

Alimento 1×3

O pecado e as suas consequências

Jó 19.25,26 “Eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus.”

Todo ser humano, seja crente ou incrédulo, está sujeito à morte. A palavra “morte” tem, porém, mais de um sentido na Bíblia. É importante para o crente compreender os vários significados desta palavra.

A morte como uma consequência

Em Gênesis 2—3 aprendemos que a morte penetrou no mundo por causa do pecado. Nossos primeiros pais foram criados capazes de viver para sempre. Mas ao desobedecerem o mandamento de Deus, tornaram-se sujeitos à penalidade do pecado, que é a morte.

Deus havia colocado a árvore da vida no Jardim do Éden para que, ao comer continuamente do seu fruto, o ser humano nunca morresse. (Gn 2.9)

Mas, depois de Adão e Eva comerem do fruto da árvore do bem e do mal, Deus pronunciou estas palavras: “tu és pó e ao pó da terra retornarás” (Gn 3.19).

Adão e Eva ficaram, então, sujeitos à morte física. Eles não morreram fisicamente no dia em que comeram, mas ficaram sujeitos à lei da morte, como resultado da maldição divina.

O castigo imposto sobre o homem e a mulher (Gn. 3. 16-19), bem como o efeito do pecado sobre a natureza, tinham o propósito de relembrar à humanidade as consequências terríveis do pecado, e de levar cada um a depender de Deus, com fé e obediência. O desígnio de Deus é que a raça humana seja redimida do seu presente estado de pecado e perdição.

A tentativa de Eva de ficar livre de Deus, agindo independente do seu marido, seria frustrada, surgindo em seu lugar um forte desejo pelo seu marido. A profunda atração que ela sentiria por Adão, e o governo dele sobre ela, trariam aflições e sofrimentos, juntamente com alegria e bênçãos (1 Co 11.7-9; Ef 5.22-25; 1 Tm 2.11-14).

Por causa da maldição que Deus pronunciou sobre a natureza, Adão e Eva enfrentariam adversidades físicas, pesado labor, lutas, e finalmente a morte, para si e para todos os seus descendentes.

Observe que, em nossa caminhada neste mundo como filhos de Deus, devemos buscar tudo o que glorifique ao Senhor, pois tudo o que falamos, sentimos, pensamos, e as atitudes que tomamos, devem glorificar a Deus. Assim, devemos buscar ao Senhor, o seu caráter, seus princípios e sua vontade, para que desta forma encontremos no final de nossa vida um corpo glorificado, igual ao do autor de nossa salvação, Jesus.

Mas, se em nossa caminhada buscarmos a ignomínia, que são características demoníacas (pois envolve a corrupção, a perversão, e tudo que nos separara dos princípios de Deus e do seu amor), possuiremos um corpo para a ignomínia, onde não existe prazer e nem felicidade, só dor e sofrimento. E no final da vida, acharemos o que buscarmos: Se ao Senhor, a Glória; e se o mal, a ignomínia.

Perguntas:

  1. Qual é a sua opinião sobre a morte?
  2. O que você tem buscado ao longo da sua vida: Aquilo que te aproxima do Senhor, ou o que te separa Dele?
  3. Onde está a sua fonte de prazer: No Senhor, ou no mundo que jaz no maligno?
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O impacto da jihad em Burkina Faso

Como ataques de extremistas islâmicos afetam a vida de cristãos que vivem em diversas partes do país

O pastor Pengdwende foi forçado a deixar casa e congregação e se unir a muitos outros cristãos deslocados com o aumento do risco de ataques jihadistas em Burkina FasoO pastor Pengdwende foi forçado a deixar casa e congregação e se unir a muitos outros cristãos deslocados com o aumento do risco de ataques jihadistas em Burkina Faso

Pastor Pengdwende era responsável por uma congregação no Sudoeste de Burkina Faso, um país que sempre foi conhecido por relações pacíficas entre muçulmanos e cristãos. Porém, de acordo com o pastor, quando os ataques começaram, os jihadistas iam até as vilas apenas por uma pessoa, para sequestrá-la ou matá-la. Além disso, apenas homens eram mortos. Mas pouco tempo depois, eles passaram a não fazer mais distinção. Quando entravam na vila, matavam homens, mulheres e crianças, fossem muçulmanos ou cristãos.

Pengdwende via a violência se aproximar diariamente. Certo dia, jihadistas sequestraram um pastor amigo dele. Depois disso, ataques passaram a ocorrer em sequência. “Em minha vila, os terroristas vieram por causa de um dos meus tios. Eles entraram na casa dele e atiraram três vezes. O primeiro tiro foi no abdômen, o segundo, no ombro, e o terceiro, de raspão na cabeça. Eles partiram achando que ele estava morto, mas nós o levamos ao hospital e ele sobreviveu.”

Outro pastor da região encontrou terroristas ao voltar de um funeral. Ele foi morto. No terceiro caso, outro pastor e sua família tinham deixado a vila onde viviam. Ele voltou para pegar algumas coisas que ficaram, quando o encontraram e mataram. Outros ataques continuaram ocorrendo.

O líder regional da denominação de Pengdwende instruiu que ele e sua família partissem, afinal todos os demais pastores da área já tinham saído. Mas essa não era uma situação fácil para Pengdwende. Eles tinham trabalhado sete meses sem descanso. Por questões de segurança, os pastores não dormiam duas vezes no mesmo local. Algumas vezes, dormiam na mata, outras vezes, se trancavam por muito tempo para ninguém saber onde estavam. O chefe da vila enviou uma mensagem para Pengdwende dizendo que ele deveria partir ou seria morto. Mas, mesmo assim, ele decidiu ficar.

Obrigados a partir

Com a piora da situação, chegou a um ponto em que ele teve que deixar a vila. “Eu expliquei aos membros da igreja sobre a necessidade de partir. Eu fui enviado para uma vila a sete quilômetros de distância por segurança.”

Enquanto se preparava para partir, Pengdwende percebeu que terroristas se movimentavam na área. Antes deles chegarem, ele disse para a família se preparar e aos membros que tinham ido ao culto para voltarem para casa. “Se eles nos encontrassem seria muito perigoso. Enquanto eu estava falando, eles cercaram o complexo. Eu não sabia o que fazer ou o que dizer.” Felizmente, eles partiram tão rápido quanto chegaram. “Foi um milagre de Deus. Eu não entendi por que cercaram o complexo e partiram sem entrar para nos matar. Eles apenas foram embora.”

Pengdwende partiu com a família, mas apenas uma semana depois de se estabelecer em outra vila, enfrentou um ataque. “Eles cercaram a vila e começaram a atirar. Alguns vieram até a igreja onde vivemos agora e balas voaram para todos os lados, atingindo uma carroça.”

Ao falar sobre a Portas Abertas, o pastor Pengdwende fala sobre a importância do trabalho realizado. “Vocês nos ajudaram quando estávamos deslocados em Kaya. Nós precisávamos de comida e vocês nos deram. Quando estávamos em Bobo Dioulassou, vocês nos ajudaram com dinheiro para começar a trabalhar. Se não fosse por isso, talvez nossa lágrimas não tivessem sido enxugadas. Nós não teríamos sido cuidados. Mas muitos ainda sofrem e, se não receberem conforto, morrerão.”

Nigéria e Oeste Africano

O Oeste Africano é considerado a região mais perigosa do continente, com 76% dos ataques fatais e 83% das mortes. A igreja nesses países está sob ataque, tendo a existência ameaçada. Como consequência, aldeias cristãs inteiras fogem em busca de local seguro para sobreviver.

Nossos irmãos e irmãs são obrigados a deixar tudo para trás apenas em busca de sobrevivência. Nosso convite é para que você não apenas conheça a situação, mas faça algo mais. Entre na história dos nossos irmãos e irmãs africanos e clame em unidade com a igreja brasileira. Participe do DIP 2022.

Fonte: Portas Abertas

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Observações importantes ao comparecimento ao templo durante a ainda presente pandemia de COVID19:

  • Ao entrar no templo higienize suas mãos com álcool 70%;
  • Não desloque as cadeiras dos lugares pré-estabelecidos;
  • Não será excedido o limite máximo de ocupação de irmãos previamente estabelecido;
  • Aconselhamos aos maiores de 60 anos, menores de 12 anos e portadores de doenças crônicas a permanecerem em casa e priorizar o culto online;
  • Não haverá cantina;
  • Não haverá boletim de papel, somente na versão digital;
  • Ofertas serão entregues na saída do culto.

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Agenda de Junho de 2022

  • 01/jun – Culto de quarta-feira
  • 02/jun – Ensaio Ministério de Louvor
  • 03/jun –  
  • 04/jun –  
  • 05/jun – DOMINGO: Culto Rede Homens
  • 06/jun – Aula de canto
  • 07/jun –  
  • 08/jun – Culto de quarta-feira
  • 09/jun – Ensaio Ministério de Louvor 
  • 10/jun –  
  • 11/jun – Culto Go
  • 12/jun – DOMINGO: Culto Rede Mulheres / Comemoração do dia do pastor evangélico / Cantina reservada pela Rede de Jovens
  • 13/jun – Aula de canto
  • 14/jun –  
  • 15/jun – Culto de quarta-feira
  • 16/jun – Ensaio Ministério de Louvor 
  • 17/jun –  
  • 18/jun – Aula Psicanálise
  • 19/jun – DOMINGO: Culto Missões
  • 20/jun – Aula de canto
  • 21/jun –  
  • 22/jun – Culto de quarta-feira
  • 23/jun – Ensaio Ministério de Louvor 
  • 24/jun –  
  • 25/jun – Evento Blessart Teens
  • 26/jun – DOMINGO: Culto Rede de Jovens
  • 27/jun – Aula de canto
  • 28/jun –  
  • 29/jun – Culto de quarta-feira
  • 30/jun – Ensaio Ministério de Louvor 

Para ver a agenda completa do semestre clique aqui.

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Texto (Alimento 1x3) - Pr. Paulo Pereira / Revisão: Mônica Pinheiro / Pesquisa e edição: Orlando Neto